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Parikh algorithm-based palliative care

Algorithm-Based Palliative Care in Patients With Cancer: A Cluster Randomized Clinical Trial

Doente / População Intervenção / Exposição Comparação Desfecho

Em 562 doentes com cancro do pulmão ou gastrointestinal avançado, prescrições predefinidas de cuidados paliativos com possibilidade de recusa, aumentaram as consultas de cuidados paliativos concluídas em 12 semanas em comparação com relatórios de comparação entre pares com referenciação ao critério do clínico.

N
562doentes
Desenho
RCT por conglomerados de dois braços, 15 clínicas de oncologia comunitária, Tennessee, EUA
Desfecho
Consulta de cuidados paliativos concluída nas 12 semanas após a inclusão
Relevância
2Importante — um de vários pilares.
ResultadoConsulta de CP concluída 130/296 (43,9 %) vs. 22/266 (8,3 %) (aOR 8,9, IC de 95 % 5,5–14,6; p<0,001). Entre 179 falecidos, terapêutica sistémica nos 14 dias antes da morte 6,5 % vs. 16,1 % (aOR 0,3, IC de 95 % 0,1–0,7; p=0,05). Sem diferenças na qualidade de vida, em sentir-se ouvido e compreendido, ou na referenciação tardia a hospice.
Parikh RB, et al. JAMA Netw Open. 2025;8(2):e2458576. 10.1001/jamanetworkopen.2024.58576
Discussão e crítica

Uma estratégia de implementação escalável para os cuidados paliativos precoces recomendados pelas diretrizes em oncologia comunitária, onde o acesso fica aquém: os pedidos por defeito com justificação responsabilizante elevaram as taxas de consulta de 8,3 % para 43,9 % e reduziram a terapêutica sistémica perto da morte. O «algoritmo» é uma regra do processo clínico eletrónico derivada das diretrizes e não um modelo aprendido, a qualidade de vida e o momento do hospice não se alteraram, e o ensaio situa-se numa única rede de oncologia. Partilha a sua linhagem de economia comportamental com Manz ML nudges (SIC).